Loading...

domingo, 26 de dezembro de 2010

Sid no Facebook

Sidney Santos

Criar seu atalho



 Sidney Santos  - Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos  
                                                       UNIMES - FEFIS

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Alterações nas Regras de FUTSAL -2011


As regras oficiais do Futsal foram revisadas visando uma melhor dinâmica na prática da modalidade.
As três modificações afetam a Regra 7 (duração do jogo), a Regra 12 (faltas e infrações) e a Regra 16 (arremesso de meta).
Com as alterações na Regra 7, um período de jogo só será encerrado após um chute a gol atingir o seu destino ou após uma cobrança de penalidade máxima, de tiro livre sem barreira ou de tiro livre direto. O final será assinalado pelo apito do árbitro e não mais pelo sinal do cronometrista.
Nas Regras 12 e 16, as alterações afetam a atuação dos goleiros. Pela alteração será marcado tiro livre indireto se, depois de controlar a bola, o goleiro voltar a tocar na mesma em sua metade da quadra após  passe intencional de um companheiro de equipe, sem que nenhum jogador adversário tenha tocado na bola. A falta será cobrada do local onde a infração tiver ocorrido. Anteriormente, o goleiro jogando em uma posição avançada poderia tocar novamente na bola após esta cruzar a linha central. Isso não é mais possível, pois o goleiro só poderá controlar a bola uma vez na sua própria metade da quadra, por um período de no máximo quatro segundos, e só poderá voltar a tocar na bola após um adversário também ter tocado nela.
As alteraçãoes objetivam evitar táticas defensivas pelas  quais o “quinto jogador” (goleiro) ficava constantemente tocando a bola na sua própria metade da quadra. Com as mudanças se uma equipe quiser utilizar o goleiro avançado no decorrer da partida, o goleiro precisará ultrapassar a linha central da quadra, caso não haja toque na bola pela equipe adversária.

Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos  
Integrante da Equipe de Técnicos do Projeto Educação pelo Esporte -Santos/SP - FUTSAL

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Pedestrianismo em Santos

 No último domingo (21/11) foi realizado nas avenidas das praias de Santos a 6ª Etapa do Campeonato Santista de Pedestrianismo - Prova Prefeitura de Santos/UNIP

Segue sequência de fotos (http://www.runnerbrasil.com.br/) :

                                                        Largada Deficientes Físicos


                                                 Categoria Geral masculino e feminino



                                                                  Avenida da praia

                                                               Sid Professor nº 1820



                                                            10 km Campeonato Santista


                                     Luís Fernando e Roberto 29'42'' - campeão e vice


                                         Maria dos Remédios 37'1''  - 1ª colocada


                                  Praça das Bandeiras Gonzaga/Santos - foto Nete&Val


Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos 
 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MICROCILO - PERIODIZAÇÃO 100 METROS RASOS - FORÇA EXPLOSIVA

Segundo Badillo 2000, a força explosiva é a relação entre a força expressada e o tempo utilizado para se obter à expressão.
A fisiologia nos mostra que a capacidade de produção de força está diretamente relacionada com o número de pontes cruzadas de miosinas que agem com interação com filamentos de actina, quantidade de sarcômeros, tipos e comprimentos das fibras musculares e de fatores que inibem ou facilitam as atividades dos músculos envolvidos.
No aspecto desportivo é importante salientarmos que força é a capacidade da musculatura produzir tensão, a chamada contração muscular.
Apresentaremos um exemplo de planilha para um MICROCILO relacionado aos100 metros rasos e atletas habituados com a modalidade (atletas de ponta), sempre com a preocupação de trabalhar os  músculos alternadamente.
Os exercícios em tela devem ser supervisionados por Preparadores Físicos habilitados.
A presente planilha foi elaborada para o Seminário  Treinamento de Atletismo apresentado no ano de 2009 (Faculdade de Educação Física de Santos) pelos professores:


Carla Baptista
Francisco Perez
Kaled Barros
Mauro Motta
Paulo Henrique
Sidney Santos
Para melhor visualização clique na  imagem

Bibliografia

BADILLO, J.J (2000a). Concepto y Medida de la Fuerza Explosiva en el Deporte. Posibles Aplicaciones al entrenamiento. Entrenamiento Deportivo, Tomo XIV, n.º 1, 5-15

http://www.efdeportes.com/efd46/forca.htm 






Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

Educação Física - Sid Professor

Técnico Desportivo CREF4/SP 120222-G/SP

terça-feira, 26 de outubro de 2010


Get your own Digital Clock
                                                           Bem vindo à Santos/SP/BR

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Brasil - Tri-Campeão Mundial de Voleibol. Itália 2010

Parabéns Bernardinho, Equipe de Jogadores, Preparadores Físicos e Auxiliares!



No feminino no último 14 de novembro o Brasil consegui o vice-campeonato sendo derrotado pela Rússia por 3 sets a 2 , parciais de 21-25, 25-17, 20-25, 25-14 e 15-11 com grande atuação da atacante Ekaterina Gamova.
Parabéns à equipe da Rússia e às vice-campeãs comandadas pelo competente José Roberto Guimarães.
                                                                Foto: FIVB - Japão 2010


Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos 

domingo, 10 de outubro de 2010

VOLEIBOL - RECEPÇÃO COM 5 PASSADORES (W)

    *  
            Francisco Martinez Perez Neto                        
            Kaled Barros                                                   
Mauro Sérgio Motta                                     
Paulo Henrique de Jesus da Silva            
Carla Baptista de Oliveira                            
Sidney Mendes Santos      

Treinamento para iniciantes (Modelo de aula)

Aquecimento – 15 minutos

- Trote com fundamentos: duas colunas na linha de fundo da quadra; entrar na quadra correndo pelo centro até a rede; realizar um bloqueio (simulado) se afastando de costas, abrindo para as pontas até a linha dos três metros e representando movimento de ataque, depois voltando de costas até o final da coluna. (5 minutos)

- Em duplas, com uma bola realizar passes acima da cabeça com as duas mãos.

- Em duplas, com uma bola realizar a extensão dos braços acima da cabeça em seguida fazer o movimento de flexão dos ombros para que a bola vá para o chão em direção ao companheiro.

- Em duplas, com uma bola fazer toques.

- Em duplas com uma bola fazer manchetes.

(10 minutos)



Parte principal – 30 minutos.

- Três colunas atrás da linha de fundo. Três alunos entram na quadra nas posições 1, 6 e 5. Um dos professores efetuará um saque e os alunos deverão fazer o passe de manchete para a posição 3 onde estará outro  professor. 

 

-  Seis alunos estarão ocupando cada uma das 6 posições na quadra. Um professor fará o saque, e um dos alunos realiza a recepção e em seguida a bola é parada; depois da bola parada um rodízio é realizado; logo o jogador (aluno) que chegar na posição 1 sairá da quadra e irá para o final da coluna; outro aluno adentra à quadra na posição 1 e assim realizando a passagem por todas as posições.Todos deverão realizar 5 rodízios gravando todos os posicionamentos do W (5 passadores). 


 
Alongamento – 5 Minutos.

Ao final da aula será realizado um alongamento dos principais músculos dos membros inferiores e superiores, para uma melhor recuperação física dos alunos.

* Professores Educação Física e Bacharéis em Treinamento Desportivo

terça-feira, 5 de outubro de 2010

COTIDIANO DO ESPORTE - Sidney Santos*

Maior Prêmio
Sidney Santos
  - crônica escrita em 08/5/2009

    Eu juntamente com dois amigos professores de Educação Física participando do projeto Educação Por Meio do Esporte ministrando aulas de Futsal para meninos e meninas em idade entre 11 e14 anos, alunos da Rede Municipal integrantes do Ensino Fundamental - Ciclo II, cujo objetivo é mostrar a importância da modalidade esportiva com os valores de competição e cooperação bem como um bom relacionamento de grupo, respeitando o desenvolvimento gradativo das crianças, procurando contribuir com o processo educativo, às vezes passamos por situações inusitadas, senão vejamos:
    Determinados pais, e com a devida compreensão, querem assistir as aulas de seus filhos, porém além os deixar inibidos, se tornam literalmente “torcedores”.
    Por esse fato acima deixamos recomendados às senhoras inspetoras de alunos que os pais não podem permanecer junto a seus filhos durante as aulas mesmo porque a quadra esportiva não comporta assistência de público. Salientamos também que qualquer pessoa que se dirija à quadra chame uns dos professores evitando assim algum incidente como por exemplo, boladas.
    Os alunos não participantes do projeto também não podem freqüentar o local por medida de segurança, mesmo porque as aulas começam após o horário normal (18:00 hs) e só os alunos com autorização dos pais ou responsável podem fazê-lo.
    Eis que ao iniciarmos a aula de quarta feira um aluno de 7 anos, com a devida autorização da inspetora ,subiu ao 4º andar, local da aula e falou:
_ “Professor!     Não vim jogar não; só quero ficar vendo um pouquinho porque minha mãe se atrasou e só vem me buscar daqui meia hora”.
    Já providenciando um local seguro para o “Pequeno Polegar” expliquei que poderia ficar assistindo enquanto esperava a mãe salientando ser um caso excepcional e pedindo para que não se ausentasse do local antes de sua mãe chegar.
    O menino, sentado na cadeira e protegido por uma rede, sorria participando com sua torcida e balançando a cabeça quando as jogadas não davam certo.
    Logo sua mãe chegou e com o recado vindo do andar térreo ele foi autorizado a descer.
    No dia seguinte eu estava fazendo minha caminhada na calçada da praia e escutei uma voz:
-“Oi Professor!
    Não era voz dos meus alunos; era voz de criança menor. Olhei e vi a uns 10 metros o aluninho sentado no quiosque, juntamente com a mãe e comendo aquele sanduíche. Os dois sorriram.
    Como de costume dei tchau com as duas mãos e segui meu caminho.
    Professor é isso: ensino, compreensão, carinho e honestidade de propósito.
    No mundo atual de tanta correria não tem maior prêmio:
    Um sorriso de criança.
    Estamos no mês de outubro ( mês das crianças) e esta história de esportes, de ensino, de criança só está aqui para homenagear todas as mães na figura da mãe do Pequeno Polegar que após uma jornada de trabalho encontra tempo para comer um sanduíche e brincar com o filho na praia.

*  Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

XVIII Congresso Brasileiro de Poesia - Bento Gonçalves/RS




                                           Interior de Bento Gonçalves, Por Germano Schüür                                                       

25 a 30 de Outubro - Proyecto Cultural Sur/Brasil

Sidney Santos*  - Poeta integrante da Antologia Interfaces de Amor e Paz




* Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Fundamentos Basquetebol

Modelo de aula apresentado em Seminário 2009 - UNIMES FEFIS
Aula  para iniciantes - Duração de aproximadamente100 minutos.

            Francisco Martinez Perez Neto                         
            Kaled Barros                                                   
Mauro Sérgio Motta                                     
Paulo Henrique de Jesus da Silva            
Carla Baptista de Oliveira                            
Sidney Mendes Santos       
                        
 
1. Início: Aquecimento

Formação para os três exercícios: Duas fileiras de alunos, uma de frente para outra, ocupando as partes laterais da quadra ou espaço equivalente, estando às fileiras aproximadamente 10 (dez) metros uma da outra.

Ø  1º Exercício:

Manejo da bola com passagem de uma mão para outra, acima e a frente da cabeça; alunos executando os movimentos na sua fileira com 10 (dez) passagens de uma mão para outra.
Manejo da bola com passagem de uma mão para outra, acima e a frente da cabeça, agora andando. Cada aluno indo em direção à fileira oposta e retornando ao local de origem - 1 (uma) vez;
O mesmo exercício anterior, trotando (corrida lenta) - 1 (uma) vez.

Ø  2º Exercício:
            
Manejo de bola em volta do tronco (10 voltas). Dez voltas no sentido horário e no término inverter o sentido.
Igual ao exercício acima, mas agora o aluno irá andar e depois trotar, sendo o manejo na ida em um sentido e na volta em outro. (sentido horário e anti-horário).

Ø  3º Exercício:

      Arremesso: cada fileira de alunos arremessa em cestas opostas; retornando ao final da fila após o arremesso.  


      Duração da primeira parte: aproximadamente 20 minutos.



2. Parte Principal (Aula)


1º Exercício: Correr, e ao comando, saltar para cima, pode ser um salto normal, ou com um quarto de giro, meio giro, ou giro inteiro. Depois do salto, mudar o sentido, conforme a orientação do professor, podendo ser de costas, direita ou esquerda.


2º Exercício: Salto de obstáculos em diferentes alturas, driblando uma bola no meio, ao sinal (que pode ser em qualquer obstáculo) arremesso em suspensão a cesta, utilizando bolas de diferentes pesos e tamanhos.


3º Exercício: Correndo, saltar e cair dentro de um aro sobre uma perna e ao mesmo tempo receber uma bola que foi arremessada, e efetuar um arremesso em suspensão.


4º Exercício: Ao ouvir um número, sai um par de cada lado, o par que pegar a bola que foi lançada pelo professor ataca, e o outro par defende.


5º Exercício: Pular corda, com os pés juntos, pé direito e pé esquerdo, e ao sinal girar a corda em sentido contrário, mais lento ou mais rápido.


Duração da Segunda parte: aproximadamente: 50 minutos.

   
 3. Final (Jogo Adaptado)

O jogo é formado por duas equipes cada uma com dez jogadores. Para uma equipe fazer um ponto a bola terá que passar por todos os integrantes da equipe e conseqüente arremesso da bola na cesta. A cesta só é válida se todos os alunos da equipe tiverem recebido a bola.

           Duração da terceira parte: aproximadamente 20 minutos.

Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

sábado, 2 de outubro de 2010

FUNDAMENTOS FUTSAL

TREINAMENTO PARA GOLEIROS
Reposição de bola por parte do goleiro de Futsal
Vamos aqui tratar da reposição de bola pelo goleiro feita com as mãos em arremesso de meta ou na continuidade da jogada após uma defesa aproveitando um contra-ataque, ou início de jogada.
Em qualquer circunstância o goleiro tem 4 segundos para lançar a bola do espaço compreendido pela área de meta.
A execução dos lançamentos depende da habilidade do atleta e de sua aplicação nos treinamentos.
O lançamento pode ser executado de forma rasteira, a meia altura ou de forma parabólica, dependendo da disposição em quadra da equipe atacante e também dos jogadores adversários.
A bola pode ser lançada paralelamente às linhas laterais da quadra ou no sentido diagonal.
Os lançamentos podem ser curtos, médios ou longos e o goleiro pode também sair jogando com os pés respeitando o tempo de 4 segundos para transpor o meio da quadra.

 1 - Goleiro
 2 - Lançamento em diagonal
 3 - Lançamento em diagonal
 4 - Lançamento paralelo

Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos. 
Integrante da Equipe de Treinadores do Projeto Educação pelo Esporte -  Futsal

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Joseph Pilates Mat Exercises by Jean-Claude Nelson



Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Exercícios de Basquetebol para Iniciantes

Trabalho apresentado à Disciplina de Basquetebol - UNIMES- FEFIS - 2009

EQUIPE: FEFIS
CATEGORIA: SUB-15
FAIXA ETÁRIA: 14 ANOS

CLASSE: 4° G
           Francisco Martinez Perez Neto                               
Kaled Barros                                                   
Mauro Sérgio Motta                                     
Paulo Henrique de Jesus da Silva            
Carla Baptista de Oliveira                            
Sidney Mendes Santos                               

Exercícios iniciais: em duplas
·         Passe de peito, parado e também num segundo momento em progressão lateral
·         Passe picado parado e ao comando do professor em progressão lateral
·         Passe acima da cabeça sem movimentação e ao comando em progressão lateral

Exercícios defensivos
·         Proteção com o corpo sem a bola
·         Proteção com o corpo com a bola driblando alto
·         Proteção com corpo com bola driblando baixo

Contra-ataque
·         Exercício em 8 com 3 jogadores
·         Exercício em 8 com 4 jogadores
·         Exercício em 8 com 5 jogadores
·         Contra-ataque 2 atacantes contra 1 defensor.

Arremessos
·         Bandeja com bola saindo do meio da quadra
·         Arremesso parado dos 3 extremos da área restritiva (garrafão)
·         Arremesso parado dos 3 extremos da linha de 3 pontos

Situações de jogo
·         Um jogador faz passe de peito e o outro devolve sucessivamente seguindo de costas  de um extremo a outro da quadra, ao chegar lá, o que ia de costas ataca e o que efetuava o passe de frente defende.
·         Duas duplas, uma de frente para outra trocarão passes picados na forma de um quadrado indo de um extremo a outro da quadra, chegando lá quem corria de costas ataca enquanto quem seguia de frente defende.

Exercício Final
·         Formando equipes um de cada vez fará um arremesso e bandeja de cada lado do garrafão sendo que, o outro só pode começar os arremessos depois que o primeiro encerrar nas 3 posições; a equipe que terminar 1° vence.

Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

FUTEBOL- CIRCUIT TRAINING

  Seminário apresentado em 2009 à UNIMES -  FEFIS - MATÉRIA: TREINAMENTO DE FUTEBOL

FRANCISCO MARTINEZ PEREZ NETO
GUILHERME NUNES LETTIERI
KALED BARROS
MAURO SÉRGIO MOTTA
PAULO HENRIQUE DE JESUS DA SILVA
CARLA BAPTISTA DE OLIVEIRA
SIDNEY MENDES SANTOS


INTRODUÇÃO
Neste trabalho apresentaremos Circuit Training para atletas de futebol visando desenvolvimento da coordenação motora.
A equipe do preparador físico estará disposta ao longo do percurso, corrigindo e animando a execução dos exercícios além de cronometrar e medir a FCa dos atletas.
2. AQUECIMENTO (12 minutos)
O aquecimento será de forma recreativa visando trabalhar a coordenação mental e motora individualmente (6 minutos).
Será executado ao redor das estações do circuit training, onde os atletas trotarão em volta.
Trotando os atletas irão fazer movimentos a cada silvo do apito.
A cada silvo do apito serão feito os seguintes movimentos:
- um silvo curto – agachar
- dois silvos curtos – continuar trotando
- três silvos curtos – saltar
- um silvo longo – dar meia volta e continuar trotando
Para quem errar o movimento, saltar 10 polichinelos no meio do retângulo. Todos continuam trotando e contando os polichinelos.Ao final da recreação fazer um breve alongamento dos membros superiores, tronco e membros inferiores (6 minutos);
- rotação de braços para frente, e atrás alternadamente; pés unidos.
- rotação de tronco com braços soltos, pés separados.
- alongamento parte posterior das pernas aproximando as mãos dos pés, com pernas alongadas e pés afastados; alternar lados e meio a frente.

3. Circuito de Futebol
3.1 Especificações do circuito
Objetivo: Coordenação
Passagem: Tempo Determinado (30’’ de atividade / 30’’ de descanso)
Número de voltas estipuladas: 4
3.2 Exercícios do circuito



Material: 7 Aros (bambolês) - 1ª estação
Aplicação: O(a) atleta irá saltar os bambolês com uma perna só, passando por todos os aros, alternando direita e esquerda a cada execução completa.
Material: 4 Cones - 2ª estação
Desenvolvimento: O(a) atleta irá passar pelos cones, fazendo ziguezague, pelos cones dispostos em linha., em progressão lateral.
Material: 2 cones ou 2 estacas 3ª estação
Desenvolvimento: O(a) atleta deverá fazer abdução horizontal do quadril a cada duas passadas, sempre alternando o segmento utilizado no espaço delimitado por dois cones ou estacas.
Material: 1 estaca 4ª estação
Execução: O(a) atleta executará polichinelo em 2 tempos
Material: 2 Cones 5ª estação
Aplicação: O atleta deverá fazer a adução horizontal do quadril a cada duas passadas (palmas), sempre alternando o segmento utilizado no espaço delimitado pelos dois cones.
Material: 1 cone ou estaca 6ª estação
Execução: O(a) atleta fará polichinelo em 4 tempos
Material: 6 aros 7ª estação
Execução: O(a) atleta deverá passar rapidamente pelos aros que estarão dispostos em diagonal ao outro.
Material: 1 cone ou estaca 8ª estação
Execução: O (a) atleta deverá fazer polichinelo em 8 tempos.
Material: 6 Cones 9ª estação
Execução: O(a) atleta deverá passar pelos cones, elevando o joelho a frente até chegar ao final. Depois retorna num trote para nova execução, até que o tempo limite chegue.
Material: 8 Aros 10ª estação
Execução: O(a) atleta deverá saltar dentro dos bambolês dispostos na forma de “amarelinha”.
Material: 6 cones ou estacas e três cordas 11ª estação
Execução: O(a) atleta deverá saltar lateralmente as cordas que estarão fixadas nas estacas ou cones, depois disso volta trotando para uma nova execução até que se chegue ao tempo limite. Execução com a lateral direita voltada para o obstáculo e depois com a esquerda.

Material: 2 Cones 12ª estação
Execução: O(a) atleta irá correr lateralmente passando alternadamente as pernas uma na frente da outra, no espaço delimitado entre os cones, para direita e para a esquerda.

4. ALONGAMENTO FINAL (15 minutos)
Os atletas ficarão a uma distância segura para executar os alongamentos na posição de pé, joelhos flexionados, com os calcanhares totalmente apoiados no chão e dedos dos pés voltados para frente. Mantendo essa posição até 30 segundos. Nessa posição alonga os tendões calcâneos, e ainda com a contração que deve ser mantida o quadríceps; há o relaxamento da parte posterior da coxa, sendo mais fácil alongar essa parte se tiverem sido relaxados primeiro
De pé, com as mãos, segurar a parte anterior das pernas na altura das panturrilhas ou dos tornozelos, puxando suavemente a parte superior do corpo para baixo com as mãos, mantendo os joelhos ligeiramente flexionados.
De pé, para alongar a panturrilha, ficar com pé à frente e outro atrás, apoiando as mãos no joelho da perna da frente, (ou num apoio fixo como mostra a figura), o indivíduo deverá flexionar a perna da frente sem tirar o calcanhar da perna de trás no chão.
De pé, para alongar os músculos quadríceps segure o dorso do pé direito com a mão esquerda, puxando o calcanhar na direção das nádegas, depois do tempo regulamentado trocar o pé e a mão utilizada. Pode-se utilizar um companheiro como apoio, ou colocar a mão à frente para dar mais equilíbrio.
De pé, colocar as mãos e os braços para trás entrelaçando os dedos da mão; vire os cotovelos lentamente para dentro até sentir um alongamento leve na parte anterior do tórax, se o atleta não sentir o alongamento pede-se para que ele vá erguendo os braços atrás do corpo até que isso ocorra.
Com a posição de pé, joelhos levemente flexionados, dobre o cotovelo direito e coloque o braço atrás da cabeça. Segure o cotovelo direito com a mão esquerda até sentir um alongamento moderado.
De pé, entrelace os dedos acima da cabeça e, com as palmas das mãos voltadas par cima, empurre levemente os braços para trás e para cima até sentir o alongamento nos braços, ombros e parte superior das costas.
Sentado, una as solas dos pés e segure nos dedos. Suavemente puxe-se suavemente para frente, inclinando a partir dos quadrisreto e o olhar num ponto fixo.
Sentado puxe o joelho na direção do ombro oposto, até sentir um alongamento suave na lateral do quadril. Faça dos dois lados.
Sentado com a perna esticada, e outra flexionada com a sola do pé desse apoiado na parte interna da coxa da perna esticada, o indivíduo deverá alcançar os dedos dos pés (da perna esticada) e puxá-los em direção do joelho. Para pessoas com pouca flexibilidade se usa uma faixa para se puxar o pé na direção dos joelhos.
Deitado, relaxe com os joelhos flexionados e as solas dos pés unidas. Esta posição confortável alonga a virilha. Deixe a gravidade exercer o alongamento.
Ainda deitado no chão alongar a parte superior da coluna e do pescoço. Entrelace os dedos atrás da cabeça, mais ou menos na altura das orelhas e puxe levemente a cabeça para frente até sentir um leve alongamento na nuca. Depois se alterna o mesmo movimento, mas alongando para os lados esquerdo e direito e para atrás.
Deite-se de costas e puxe a perna esquerda na direção do tórax segurando por baixo da articulação do joelho. Mantenha a outra perna esticada o máximo possível sem travar o joelho. Faça com as duas pernas.
Deitado com os joelhos flexionados passe a perna esquerda por cima da direita e empurra a perna direita na direção do chão. Depois repita o procedimento invertendo as pernas.
Deitado estenda os braços acima da cabeça e estique a pernas. Os pés devem estar em flexão plantar e os dedos das mãos também estendidos.
Obs.: Tempo para cada postura de 15 a 30 segundos.

Ref. Internet -  http://www.futsaltreinamento.com/


Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

TREINAMENTO DE VOLEIBOL PARA INICIANTES (Alunos Ensino Fundamental)

1.TEMA: Treinamento em Voleibol
2. OBJETIVO: Treinar fundamentos e posições em quadra.
3. ESPECIFICAÇÃO DA AULA
• Local: Quadra de Voleibol
• Número de alunos: 18.
• Uniforme: camiseta, calção, tênis
• Material: 1 carinho com 8 bolas.
• Tempo aula: 50’.
3.1 Aquecimento. (15’)
Formação: colunas com dois alunos; uma coluna de frente para outra; posicionamento próximo as linhas laterais de cada lado da quadra.

Exercícios:
a) 5 (cinco) toques de bola entre os alunos da frente da coluna; os dois alunos da frente passam para retaguarda e os outros dois alunos repetem os exercícios. (5’)
b) 1 (um)) toque de bola entre as duas colunas sendo que os alunos da frente após tocarem a bola passam para trás da sua coluna, continuando os toques sucessivos. (5’)
Formação: 9 (nove) alunos em cada lado da quadra.
Exercício:
a) Saques da parte de dentro da quadra próximo a linha de fundo em toda a extensão. A turma de um lado saca e a outra recebe em manchete. Inverte-se a ordem de saque e recebimento. (5’)
b) Mesmo procedimento do exercício anterior, sacando da posição normal (fora da quadra, ao fundo compreendido pelas linhas laterais)



3.2 Principal. (25’)
Formação: 9 (nove) alunos em cada lado da quadra sendo 6 nas posições de1 a 6 e os 3 restantes no fundo. (fora da quadra)
Exercício:
a) Ataque 4x2: a bola é arremessada de baixo para cima (não precisa ser toque) da posição 6 para a posição 3, sendo que o jogador segura a bola e joga para cortada na posição 2. Os três jogadores da frente irão para fora da quadra no fundo, os que estão atrás da linha dos 3m se posicionam em 4, 3, 2 e os jogadores de fora da quadra se posicionam em 5, 6, 1. Os jogadores do outro lado da quadra fazem a mesma movimentação só que tentando bloquear e defender. Após todos os jogadores passarem pela rede mudando-se os exercícios de ataque para turma do outro lado da quadra e a turma que estava atacando passa a bloquear.
b) Ataque 4x2: Cortada na posição 4, com o mesmo procedimento inicial do exercício anterior, só que com o rodízio normal, ficando a substituição a ser feita na posição 1 quando se completar o rodízio. Depois da entrada do 3º jogador de fora da quadra e complemento da jogada a equipe que atacou passa a fazer movimento de bloqueio.

3.3 Jogo Recreativo. (10’)
Formação: Duas equipes (6 titulares e 3 reservas)
Jogo de voleibol normal podendo no saque a bola ser arremessada de até um metro da parte de dentro da quadra semelhante ao voleibol adaptado. Substituições aleatórias.


Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

  Especialista em Futsal 
Professor integrante do projeto Educação pelo Esporte - Santos/SP

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

PERIODIZAÇÃO DUPLA - PROVA DE 10 km - PROFESSOR SIDNEY SANTOS

"Se você quer correr, corra uma milha. Se você quer experimentar outra vida, corra uma maratona.” Emil Zatopeck


Foto A Tribuna

Seminário apresentado em 2009 à UNIMES -  FEFIS

FRANCISCO MARTINEZ PEREZ NETO
GUILHERME NUNES LETTIERI
KALED BARROS
MAURO SÉRGIO MOTTA
PAULO HENRIQUE DE JESUS DA SILVA
CARLA BAPTISTA DE OLIVEIRA
SIDNEY MENDES SANTOS

INTRODUÇÃO

O termo periodização origina-se da palavra período, que é uma porção ou divisão do tempo em breves seguimentos, mais fáceis de controlar, chamados de fases. A palavra periodização surgiu oficialmente no cenário esportivo, graças aos estudos de Matveyev na década de 60.
O treinamento terá melhor aproveitamento e com rendimento mais favorável ao organismo quando elaborado de forma organizada e com aplicação de modelos periodizados. Deve ser planejado e estruturado racionalmente nas respectivas fases, para que dentro do período de tempo disponível do macrociclo, o objetivo seja alcançado. O treinamento periodizado visa a organizar didaticamente o tempo disponível para se atingir a meta estabelecida. A qualidade física ou a forma física do atleta terá que ser controlada e organizada, sendo o treino dividido em fases ou períodos, acompanhados permanentemente de exames e testes.
As fases de treinamento possuem objetivos firmados previamente em função do estado que se encontra o atleta. É primordial que cada fase da periodização seja estruturada para que se torne a base para a fase seguinte


1. PERIODIZAÇÃO
Segundo Fernandes (1981), o treinamento periodizado é uma divisão do ano em períodos, cada qual com uma finalidade bem definida.
O presente estudo retrata o pedestrianismo em corrida de rua – 10 km para um atleta visando performance, tendo como justificativa os princípios biológicos do treinamento, importância na formação e atuação do Profissional de Educação Física na função de Professor e Técnico e a análise e reflexão do tema em tela em função dos objetivos a serem alcançados.
Será utilizada a Periodização Clássica com proposição de volume alto e intensidade baixa no princípio, com aumento da intensidade e diminuição do volume progressivamente até a competição. O presente treinamento será no formato de periodização dupla, construído visando atingir dois picos anuais máximos. Steven Fleck e Roberto Simão (2007) recomendam o treinamento periodizado, por ser reconhecido pela comunidade científica como um treinamento benéfico.

1.1 Exames e Testes
É de suma importância a realização de testes e exames para se detectar as condições físicas do atleta, existência de infecções, possíveis problemas ou distúrbios. São essenciais para que se possa iniciar um treino com segurança.
EXAMES E TESTES


1.2 TREINOS
1.2.1 Intervalado
Utilizado para reciclagem do substrato utilizado durante a corrida -“glicogênio”.
1.2.2 Fartlek
Intervalado realizado em ambientes diferentes com alteração de ritmos mais livres.
1.2.3 Tiros
Trabalha velocidade com intenção de manutenção da velocidade no decorrer dos tiros.
1.2.4 Força de resistência
Prepara os músculos para o esforço realizado nos treinos e provas.
1.2.5 Força máxima
Utilizada para desenvolver a velocidade. Execução de 3 séries de 2 a 6 repetições por exercício, não sendo utilizadas percentagens maiores que 90% já que junto com a força vem a hipertrofia e o atleta necessita ser veloz, porém leve.
1.2.6 Força específica
Executada no aparelho elíptico que imita o movimento da corrida em microciclos condicionantes usando escala de intensidade 4/6 do aparelho e em choque 7 ou 8 numa margem que vai de 1 a 8.
1.2.7 Recuperação ativa
Corrida com hidratação para aumento da velocidade do metabolismo com uma recuperação, talvez mais rápida do que a em descanso.


1.2.8 Competições de controle
Especial atenção, pois o atleta não pode ficar muito tempo sem competir, sendo essencial a competição para se aferir o rendimento nas provas.
1.3 PERÍODOS
1.3.1 Básico - 40% (dias de treinamento)
Tem como finalidade deixar o corredor cada vez mais preparado para a intensidade do treinamento, que irá aumentando progressivamente, atingindo seu máximo na fase seguinte.

1.3.2 Específico - 30% (dias de treinamento)
Volume total tende cair um pouco, já que o foco irá para os treinos de ritmo adequado para a prova escolhida.

1.3.3 Competitivo: 30% (dias de treinamento)
Deixar o atleta se sentindo cada vez mais descansado, física e mentalmente. Ênfase aos alongamentos e períodos de descansos. Quando necessário, pode ser efetuado outro treino de ritmo na velocidade da prova.

                                          Gráfico1 Valências retiradas das planilhas de treinamento –


                              Gráfico2 - Valências retiradas das planilhas de treinamento –

                                          Gráfico 3 Valências retiradas das planilhas de treinamento 

                                          Gráfico 4 - Valências retiradas das planilhas de treinamento
Para o atual trabalho foram elaboradas 50 (cinqüenta) planilhas retratando os microciclos e mesociclos que integram a periodização, que seguem descritos no Anexo I para uma melhor visualização e entendimento.


2. IMPORTÂNCIA DAS CORRIDAS DE RUA

As provas de rua surgiram na Inglaterra no século XVIII tornando-se bastante popular, expandindo-se posteriormente para o resto da Europa e Estados Unidos. No final do século XIX as corridas de rua ganharam impulso com grande sucesso da primeira Maratona Olímpica, popularizando-se principalmente nos Estados Unidos. Nos meados de 1970, aconteceu o jogging boom baseado em estudos do médico norte-americano Kenneth Cooper que difundiu seu famoso Teste de Cooper e a partir de então, a prática da modalidade cresceu sobre maneira. Ainda na década de 70 surgiram provas onde eram permitidas as participações de populares junto com os corredores de elite; cada grupo largando dos respectivos pelotões. A Federação Internacional das Associações de Atletismo (IAAF) define como corridas de rua as provas de pedestrianismoesportiva. Na última década, houve um aumento significativo do número de praticantes, na maioria dos países e no Brasil. As 100 maiores corridas de rua realizadas nos Estados Unidos no ano de 1996 tiveram o número significativo de 1.022.813 atletas participantes. No Brasil foi registrado um incremento do número de participantes e podemos destacar os mais de 30 mil corredores que no ano 2001 integraram as etapas do Circuito de Corridas Corpore Pão de Açúcar disputado em São Paulo. Somente a Corrida de São Silvestre na edição de 2001 teve 17.000 inscritos, limite máximo definido pela organização visando maior segurança. Para o presente trabalho destacamos os 10 km A Tribuna FM, que conta com a participação de 15000 inscritos, sendo que 1000 atletas compõem as elites A e B. A referida prova tem um acentuado apelo popular com espectadores em toda sua extensão, com largada no centro da cidade de Santos e chegada na praia do Gonzaga. O evento é dotado de boa infra-estrutura, sendo considerada a quinta prova em importância no País, com grande cobertura dos meios de comunicação e também contando com a participação de atletas estrangeiros e corredores brasileiros de renome, tanto no masculino como no feminino.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É importante para o êxito do treinamento a confiança no trabalho realizado e mentalização da prova, não permitindo que fatores externos desviem o corredor do seu objetivo principal. Muitos autores atribuem à ex-União Soviética e à ex-Alemanha Oriental, ex-países integrantes do bloco comunista, o sucesso no desenvolvimento dos conceitos de treinamento periodizado. Nesta parte do Leste Europeu, cientistas e técnicos de diferentes esportes dedicaram seus trabalhos para desenvolver o treinamento no formato de periodização, com intuito de garantir o sucesso de seus atletas em competições internacionais, como os Jogos Olímpicos. Alguns aspectos desse treinamento foram incorporados por atletas de elite em outros países a partir da década de 1960, salientando o atletismo, natação e o halterofilismo.
Devemos considerar no desenvolvimento do treinamento periodizado a importância de diferentes combinações entre as variáveis metodológicas do programa, principalmente parar permitir a especificidade do trabalho para as diferentes características de aptidão física com a finalidade de atingirmos os objetivos propostos,


BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS DA INTERNET


CORRIDAS DE RUA. Disponível em http:/ www.webrun.com.br/. Acessado em 08 de junho de 2009.

FERNANDES, J. O Treinamento desportivo: procedimentos – organização – métodos. São Paulo: EPU, 1981.

PERIODIZAÇÃO DE ATLETAS. Disponível em http://www.docstoc.com. Acessado em 10 de junho de 2009.

STEVEN, F.; SIMÃO, R. Força – Princípios Metodológicos para o Treinamento. Disponível em http://www.phorte.com. Acessado 02 de junho de 2009.


EXEMPLOS DE PLANILHAS DENTRE AS 50 DO TREINAMENTO
.



Professor Sidney Santos - Graduação em Licenciatura e Bacharelado em Treinamento Desportivo - Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos - UNIMES / FEFIS

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Modelo Projeto de TCC - Bacharelado em Treinamento Desportivo - Sidney Santos Professor de Educação Física e Técnico em Treinamento Desportivo

 Autores
Kaled Barros
Mauro Motta
Sidney Santos

1. TEMA
Preparação Física no Futsal.

2. DELIMITAÇÃO DO TEMA
Treinamento físico abrangendo resistência, velocidade e força na categoria principal masculina em competição de alto nível.

3. PROBLEMA
Como o treinamento físico pode contribuir pra uma melhor performance na modalidade Futsal.

4. JUSTIFICATIVA
Tivemos interesse por esse tema por ser de grande significado para a nossa formação acadêmica e também para colocar em evidência parte do trabalho do profissional de Educação Física. Para o ambiente científico esperamos contribuir com a pesquisa apresentando esse trabalho relacionado, tanto com os profissionais que se dedicam à área, como também com atletas praticantes. O grupo se interessou pela pesquisa devido à boa receptividade e o sucesso que a modalidade Futsal apresenta no Brasil.
Este assunto tem um caráter contemporâneo, e está sempre em evidência nas universidades, clubes e congressos de Educação Física.
O assunto vigente pode contribuir para um maior conhecimento e desenvolvimento do treinamento físico, trazendo perspectivas para que a modalidade possa se desenvolver ainda mais, trazendo benefícios no campo esportivo e social.
A presente pesquisa dá continuidade aos trabalhos “Fundamentos Filosóficos da Educação” no ano de 2007 e “Educação Por Meio da Modalidade Esportiva Futsal” no ano de 2008, trabalhos esses relacionados com o FUTSAL e que foram apresentados pelos mesmos autores na graduação de Educação Física - UNIMES-FEFIS.

5. OBJETIVOS
Descrever a importância da preparação física no esporte destacando o Futsal, evidenciando o trabalho de resistência, força e velocidade, visando assim uma melhor performance.

6. METODOLOGIA
Serão utilizadas referências bibliográficas e da internet e escolhidas principalmente pela disponibilidade, fácil acesso e credibilidade. Procurando construir uma base teórica satisfatória para desenvolver o Trabalho de Conclusão do Bacharelado em Educação Física, sendo que os dados coletados serão organizados segundo a sua temática. Começaremos pela introdução, seguindo com tópicos relacionados ao histórico do Futsal, descrevendo também a importância do profissional de Educação Física e desenvolvimento dos trabalhos de resistência velocidade e força visando elevar o rendimento individual do atleta e em conseqüência de toda a equipe.

7. REFERENCIAL TEÓRICO
A Preparação Física nos esportes tem se mostrado em evidência principalmente nas últimas décadas e várias modalidades esportivas com seus atletas usando o suporte científico da mencionada preparação. Muitos autores falam sobre a importância do treinamento físico e salientando o Futsal podemos mencionar José Laudier A. dos Santos Filho, Rogério Silva Melo e também Barth Sorrilha. Citaremos também João Batista Freire, Pereira e Pessoa Júnior e suas contribuições para Educação Física e Esportes.


8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES ANO DE 2009




9. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS DA INTERNET

FIGUEIREDO, V. A história do Futebol de Salão, origem, evolução e estatísticas. Fortaleza: IOCE, 1996.

FREIRE, J. B. Educação de Corpo Inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª edição. São Paulo: Scipione, 2006.

FUTSAL BRASIL. História do Futsal. Disponível em: http://www.futsalbrasil. com.br/historia.php. Acessado em: 01 de jun. 2008.

FUTSAL TREINAMENTO DE ALTO NÍVEL. Disponível em http://www.futsaltreinamento.com. Acessado em 21/5/2009.

MELLO, R. F. Futsal 1000 Exercícios, Sprint, 2004

MUNDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA. Disponível em http://mundoeducacaofísica.com. Acessado em 23/5/2009.

PEREIRA; SOUZA JÚNIOR. Compreendendo a Barreira do Treinamento Físico. São Paulo: Phorte Editora, 2005.

SANTANA, W. C. Contextualizações Históricas do Futsal, 2004.Disponível em htttp;//www.pedagogiadodofutsal.com.br. Acessado em 10 de maio de 2009.

SANTOS FILHO, J. L. Futsal: Preparação Física. 2ª edição. Sprint, 1998.