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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Joseph Pilates Mat Exercises by Jean-Claude Nelson



Sidney Santos Professor Educação Física - Bacharel em Treinamento Desportivo p/ Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Exercícios de Basquetebol para Iniciantes

Trabalho apresentado à Disciplina de Basquetebol - UNIMES- FEFIS - 2009

EQUIPE: FEFIS
CATEGORIA: SUB-15
FAIXA ETÁRIA: 14 ANOS

CLASSE: 4° G
           Francisco Martinez Perez Neto                               
Kaled Barros                                                   
Mauro Sérgio Motta                                     
Paulo Henrique de Jesus da Silva            
Carla Baptista de Oliveira                            
Sidney Mendes Santos                               

Exercícios iniciais: em duplas
·         Passe de peito, parado e também num segundo momento em progressão lateral
·         Passe picado parado e ao comando do professor em progressão lateral
·         Passe acima da cabeça sem movimentação e ao comando em progressão lateral

Exercícios defensivos
·         Proteção com o corpo sem a bola
·         Proteção com o corpo com a bola driblando alto
·         Proteção com corpo com bola driblando baixo

Contra-ataque
·         Exercício em 8 com 3 jogadores
·         Exercício em 8 com 4 jogadores
·         Exercício em 8 com 5 jogadores
·         Contra-ataque 2 atacantes contra 1 defensor.

Arremessos
·         Bandeja com bola saindo do meio da quadra
·         Arremesso parado dos 3 extremos da área restritiva (garrafão)
·         Arremesso parado dos 3 extremos da linha de 3 pontos

Situações de jogo
·         Um jogador faz passe de peito e o outro devolve sucessivamente seguindo de costas  de um extremo a outro da quadra, ao chegar lá, o que ia de costas ataca e o que efetuava o passe de frente defende.
·         Duas duplas, uma de frente para outra trocarão passes picados na forma de um quadrado indo de um extremo a outro da quadra, chegando lá quem corria de costas ataca enquanto quem seguia de frente defende.

Exercício Final
·         Formando equipes um de cada vez fará um arremesso e bandeja de cada lado do garrafão sendo que, o outro só pode começar os arremessos depois que o primeiro encerrar nas 3 posições; a equipe que terminar 1° vence.

Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

FUTEBOL- CIRCUIT TRAINING

  Seminário apresentado em 2009 à UNIMES -  FEFIS - MATÉRIA: TREINAMENTO DE FUTEBOL

FRANCISCO MARTINEZ PEREZ NETO
GUILHERME NUNES LETTIERI
KALED BARROS
MAURO SÉRGIO MOTTA
PAULO HENRIQUE DE JESUS DA SILVA
CARLA BAPTISTA DE OLIVEIRA
SIDNEY MENDES SANTOS


INTRODUÇÃO
Neste trabalho apresentaremos Circuit Training para atletas de futebol visando desenvolvimento da coordenação motora.
A equipe do preparador físico estará disposta ao longo do percurso, corrigindo e animando a execução dos exercícios além de cronometrar e medir a FCa dos atletas.
2. AQUECIMENTO (12 minutos)
O aquecimento será de forma recreativa visando trabalhar a coordenação mental e motora individualmente (6 minutos).
Será executado ao redor das estações do circuit training, onde os atletas trotarão em volta.
Trotando os atletas irão fazer movimentos a cada silvo do apito.
A cada silvo do apito serão feito os seguintes movimentos:
- um silvo curto – agachar
- dois silvos curtos – continuar trotando
- três silvos curtos – saltar
- um silvo longo – dar meia volta e continuar trotando
Para quem errar o movimento, saltar 10 polichinelos no meio do retângulo. Todos continuam trotando e contando os polichinelos.Ao final da recreação fazer um breve alongamento dos membros superiores, tronco e membros inferiores (6 minutos);
- rotação de braços para frente, e atrás alternadamente; pés unidos.
- rotação de tronco com braços soltos, pés separados.
- alongamento parte posterior das pernas aproximando as mãos dos pés, com pernas alongadas e pés afastados; alternar lados e meio a frente.

3. Circuito de Futebol
3.1 Especificações do circuito
Objetivo: Coordenação
Passagem: Tempo Determinado (30’’ de atividade / 30’’ de descanso)
Número de voltas estipuladas: 4
3.2 Exercícios do circuito



Material: 7 Aros (bambolês) - 1ª estação
Aplicação: O(a) atleta irá saltar os bambolês com uma perna só, passando por todos os aros, alternando direita e esquerda a cada execução completa.
Material: 4 Cones - 2ª estação
Desenvolvimento: O(a) atleta irá passar pelos cones, fazendo ziguezague, pelos cones dispostos em linha., em progressão lateral.
Material: 2 cones ou 2 estacas 3ª estação
Desenvolvimento: O(a) atleta deverá fazer abdução horizontal do quadril a cada duas passadas, sempre alternando o segmento utilizado no espaço delimitado por dois cones ou estacas.
Material: 1 estaca 4ª estação
Execução: O(a) atleta executará polichinelo em 2 tempos
Material: 2 Cones 5ª estação
Aplicação: O atleta deverá fazer a adução horizontal do quadril a cada duas passadas (palmas), sempre alternando o segmento utilizado no espaço delimitado pelos dois cones.
Material: 1 cone ou estaca 6ª estação
Execução: O(a) atleta fará polichinelo em 4 tempos
Material: 6 aros 7ª estação
Execução: O(a) atleta deverá passar rapidamente pelos aros que estarão dispostos em diagonal ao outro.
Material: 1 cone ou estaca 8ª estação
Execução: O (a) atleta deverá fazer polichinelo em 8 tempos.
Material: 6 Cones 9ª estação
Execução: O(a) atleta deverá passar pelos cones, elevando o joelho a frente até chegar ao final. Depois retorna num trote para nova execução, até que o tempo limite chegue.
Material: 8 Aros 10ª estação
Execução: O(a) atleta deverá saltar dentro dos bambolês dispostos na forma de “amarelinha”.
Material: 6 cones ou estacas e três cordas 11ª estação
Execução: O(a) atleta deverá saltar lateralmente as cordas que estarão fixadas nas estacas ou cones, depois disso volta trotando para uma nova execução até que se chegue ao tempo limite. Execução com a lateral direita voltada para o obstáculo e depois com a esquerda.

Material: 2 Cones 12ª estação
Execução: O(a) atleta irá correr lateralmente passando alternadamente as pernas uma na frente da outra, no espaço delimitado entre os cones, para direita e para a esquerda.

4. ALONGAMENTO FINAL (15 minutos)
Os atletas ficarão a uma distância segura para executar os alongamentos na posição de pé, joelhos flexionados, com os calcanhares totalmente apoiados no chão e dedos dos pés voltados para frente. Mantendo essa posição até 30 segundos. Nessa posição alonga os tendões calcâneos, e ainda com a contração que deve ser mantida o quadríceps; há o relaxamento da parte posterior da coxa, sendo mais fácil alongar essa parte se tiverem sido relaxados primeiro
De pé, com as mãos, segurar a parte anterior das pernas na altura das panturrilhas ou dos tornozelos, puxando suavemente a parte superior do corpo para baixo com as mãos, mantendo os joelhos ligeiramente flexionados.
De pé, para alongar a panturrilha, ficar com pé à frente e outro atrás, apoiando as mãos no joelho da perna da frente, (ou num apoio fixo como mostra a figura), o indivíduo deverá flexionar a perna da frente sem tirar o calcanhar da perna de trás no chão.
De pé, para alongar os músculos quadríceps segure o dorso do pé direito com a mão esquerda, puxando o calcanhar na direção das nádegas, depois do tempo regulamentado trocar o pé e a mão utilizada. Pode-se utilizar um companheiro como apoio, ou colocar a mão à frente para dar mais equilíbrio.
De pé, colocar as mãos e os braços para trás entrelaçando os dedos da mão; vire os cotovelos lentamente para dentro até sentir um alongamento leve na parte anterior do tórax, se o atleta não sentir o alongamento pede-se para que ele vá erguendo os braços atrás do corpo até que isso ocorra.
Com a posição de pé, joelhos levemente flexionados, dobre o cotovelo direito e coloque o braço atrás da cabeça. Segure o cotovelo direito com a mão esquerda até sentir um alongamento moderado.
De pé, entrelace os dedos acima da cabeça e, com as palmas das mãos voltadas par cima, empurre levemente os braços para trás e para cima até sentir o alongamento nos braços, ombros e parte superior das costas.
Sentado, una as solas dos pés e segure nos dedos. Suavemente puxe-se suavemente para frente, inclinando a partir dos quadrisreto e o olhar num ponto fixo.
Sentado puxe o joelho na direção do ombro oposto, até sentir um alongamento suave na lateral do quadril. Faça dos dois lados.
Sentado com a perna esticada, e outra flexionada com a sola do pé desse apoiado na parte interna da coxa da perna esticada, o indivíduo deverá alcançar os dedos dos pés (da perna esticada) e puxá-los em direção do joelho. Para pessoas com pouca flexibilidade se usa uma faixa para se puxar o pé na direção dos joelhos.
Deitado, relaxe com os joelhos flexionados e as solas dos pés unidas. Esta posição confortável alonga a virilha. Deixe a gravidade exercer o alongamento.
Ainda deitado no chão alongar a parte superior da coluna e do pescoço. Entrelace os dedos atrás da cabeça, mais ou menos na altura das orelhas e puxe levemente a cabeça para frente até sentir um leve alongamento na nuca. Depois se alterna o mesmo movimento, mas alongando para os lados esquerdo e direito e para atrás.
Deite-se de costas e puxe a perna esquerda na direção do tórax segurando por baixo da articulação do joelho. Mantenha a outra perna esticada o máximo possível sem travar o joelho. Faça com as duas pernas.
Deitado com os joelhos flexionados passe a perna esquerda por cima da direita e empurra a perna direita na direção do chão. Depois repita o procedimento invertendo as pernas.
Deitado estenda os braços acima da cabeça e estique a pernas. Os pés devem estar em flexão plantar e os dedos das mãos também estendidos.
Obs.: Tempo para cada postura de 15 a 30 segundos.

Ref. Internet -  http://www.futsaltreinamento.com/


Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

TREINAMENTO DE VOLEIBOL PARA INICIANTES (Alunos Ensino Fundamental)

1.TEMA: Treinamento em Voleibol
2. OBJETIVO: Treinar fundamentos e posições em quadra.
3. ESPECIFICAÇÃO DA AULA
• Local: Quadra de Voleibol
• Número de alunos: 18.
• Uniforme: camiseta, calção, tênis
• Material: 1 carinho com 8 bolas.
• Tempo aula: 50’.
3.1 Aquecimento. (15’)
Formação: colunas com dois alunos; uma coluna de frente para outra; posicionamento próximo as linhas laterais de cada lado da quadra.

Exercícios:
a) 5 (cinco) toques de bola entre os alunos da frente da coluna; os dois alunos da frente passam para retaguarda e os outros dois alunos repetem os exercícios. (5’)
b) 1 (um)) toque de bola entre as duas colunas sendo que os alunos da frente após tocarem a bola passam para trás da sua coluna, continuando os toques sucessivos. (5’)
Formação: 9 (nove) alunos em cada lado da quadra.
Exercício:
a) Saques da parte de dentro da quadra próximo a linha de fundo em toda a extensão. A turma de um lado saca e a outra recebe em manchete. Inverte-se a ordem de saque e recebimento. (5’)
b) Mesmo procedimento do exercício anterior, sacando da posição normal (fora da quadra, ao fundo compreendido pelas linhas laterais)



3.2 Principal. (25’)
Formação: 9 (nove) alunos em cada lado da quadra sendo 6 nas posições de1 a 6 e os 3 restantes no fundo. (fora da quadra)
Exercício:
a) Ataque 4x2: a bola é arremessada de baixo para cima (não precisa ser toque) da posição 6 para a posição 3, sendo que o jogador segura a bola e joga para cortada na posição 2. Os três jogadores da frente irão para fora da quadra no fundo, os que estão atrás da linha dos 3m se posicionam em 4, 3, 2 e os jogadores de fora da quadra se posicionam em 5, 6, 1. Os jogadores do outro lado da quadra fazem a mesma movimentação só que tentando bloquear e defender. Após todos os jogadores passarem pela rede mudando-se os exercícios de ataque para turma do outro lado da quadra e a turma que estava atacando passa a bloquear.
b) Ataque 4x2: Cortada na posição 4, com o mesmo procedimento inicial do exercício anterior, só que com o rodízio normal, ficando a substituição a ser feita na posição 1 quando se completar o rodízio. Depois da entrada do 3º jogador de fora da quadra e complemento da jogada a equipe que atacou passa a fazer movimento de bloqueio.

3.3 Jogo Recreativo. (10’)
Formação: Duas equipes (6 titulares e 3 reservas)
Jogo de voleibol normal podendo no saque a bola ser arremessada de até um metro da parte de dentro da quadra semelhante ao voleibol adaptado. Substituições aleatórias.


Sidney Santos - Professor Educação Física - Bacharel  Treinamento Desportivo p/ Universidade Metroplitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos

  Especialista em Futsal 
Professor integrante do projeto Educação pelo Esporte - Santos/SP

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

PERIODIZAÇÃO DUPLA - PROVA DE 10 km - PROFESSOR SIDNEY SANTOS

"Se você quer correr, corra uma milha. Se você quer experimentar outra vida, corra uma maratona.” Emil Zatopeck


Foto A Tribuna

Seminário apresentado em 2009 à UNIMES -  FEFIS

FRANCISCO MARTINEZ PEREZ NETO
GUILHERME NUNES LETTIERI
KALED BARROS
MAURO SÉRGIO MOTTA
PAULO HENRIQUE DE JESUS DA SILVA
CARLA BAPTISTA DE OLIVEIRA
SIDNEY MENDES SANTOS

INTRODUÇÃO

O termo periodização origina-se da palavra período, que é uma porção ou divisão do tempo em breves seguimentos, mais fáceis de controlar, chamados de fases. A palavra periodização surgiu oficialmente no cenário esportivo, graças aos estudos de Matveyev na década de 60.
O treinamento terá melhor aproveitamento e com rendimento mais favorável ao organismo quando elaborado de forma organizada e com aplicação de modelos periodizados. Deve ser planejado e estruturado racionalmente nas respectivas fases, para que dentro do período de tempo disponível do macrociclo, o objetivo seja alcançado. O treinamento periodizado visa a organizar didaticamente o tempo disponível para se atingir a meta estabelecida. A qualidade física ou a forma física do atleta terá que ser controlada e organizada, sendo o treino dividido em fases ou períodos, acompanhados permanentemente de exames e testes.
As fases de treinamento possuem objetivos firmados previamente em função do estado que se encontra o atleta. É primordial que cada fase da periodização seja estruturada para que se torne a base para a fase seguinte


1. PERIODIZAÇÃO
Segundo Fernandes (1981), o treinamento periodizado é uma divisão do ano em períodos, cada qual com uma finalidade bem definida.
O presente estudo retrata o pedestrianismo em corrida de rua – 10 km para um atleta visando performance, tendo como justificativa os princípios biológicos do treinamento, importância na formação e atuação do Profissional de Educação Física na função de Professor e Técnico e a análise e reflexão do tema em tela em função dos objetivos a serem alcançados.
Será utilizada a Periodização Clássica com proposição de volume alto e intensidade baixa no princípio, com aumento da intensidade e diminuição do volume progressivamente até a competição. O presente treinamento será no formato de periodização dupla, construído visando atingir dois picos anuais máximos. Steven Fleck e Roberto Simão (2007) recomendam o treinamento periodizado, por ser reconhecido pela comunidade científica como um treinamento benéfico.

1.1 Exames e Testes
É de suma importância a realização de testes e exames para se detectar as condições físicas do atleta, existência de infecções, possíveis problemas ou distúrbios. São essenciais para que se possa iniciar um treino com segurança.
EXAMES E TESTES


1.2 TREINOS
1.2.1 Intervalado
Utilizado para reciclagem do substrato utilizado durante a corrida -“glicogênio”.
1.2.2 Fartlek
Intervalado realizado em ambientes diferentes com alteração de ritmos mais livres.
1.2.3 Tiros
Trabalha velocidade com intenção de manutenção da velocidade no decorrer dos tiros.
1.2.4 Força de resistência
Prepara os músculos para o esforço realizado nos treinos e provas.
1.2.5 Força máxima
Utilizada para desenvolver a velocidade. Execução de 3 séries de 2 a 6 repetições por exercício, não sendo utilizadas percentagens maiores que 90% já que junto com a força vem a hipertrofia e o atleta necessita ser veloz, porém leve.
1.2.6 Força específica
Executada no aparelho elíptico que imita o movimento da corrida em microciclos condicionantes usando escala de intensidade 4/6 do aparelho e em choque 7 ou 8 numa margem que vai de 1 a 8.
1.2.7 Recuperação ativa
Corrida com hidratação para aumento da velocidade do metabolismo com uma recuperação, talvez mais rápida do que a em descanso.


1.2.8 Competições de controle
Especial atenção, pois o atleta não pode ficar muito tempo sem competir, sendo essencial a competição para se aferir o rendimento nas provas.
1.3 PERÍODOS
1.3.1 Básico - 40% (dias de treinamento)
Tem como finalidade deixar o corredor cada vez mais preparado para a intensidade do treinamento, que irá aumentando progressivamente, atingindo seu máximo na fase seguinte.

1.3.2 Específico - 30% (dias de treinamento)
Volume total tende cair um pouco, já que o foco irá para os treinos de ritmo adequado para a prova escolhida.

1.3.3 Competitivo: 30% (dias de treinamento)
Deixar o atleta se sentindo cada vez mais descansado, física e mentalmente. Ênfase aos alongamentos e períodos de descansos. Quando necessário, pode ser efetuado outro treino de ritmo na velocidade da prova.

                                          Gráfico1 Valências retiradas das planilhas de treinamento –


                              Gráfico2 - Valências retiradas das planilhas de treinamento –

                                          Gráfico 3 Valências retiradas das planilhas de treinamento 

                                          Gráfico 4 - Valências retiradas das planilhas de treinamento
Para o atual trabalho foram elaboradas 50 (cinqüenta) planilhas retratando os microciclos e mesociclos que integram a periodização, que seguem descritos no Anexo I para uma melhor visualização e entendimento.


2. IMPORTÂNCIA DAS CORRIDAS DE RUA

As provas de rua surgiram na Inglaterra no século XVIII tornando-se bastante popular, expandindo-se posteriormente para o resto da Europa e Estados Unidos. No final do século XIX as corridas de rua ganharam impulso com grande sucesso da primeira Maratona Olímpica, popularizando-se principalmente nos Estados Unidos. Nos meados de 1970, aconteceu o jogging boom baseado em estudos do médico norte-americano Kenneth Cooper que difundiu seu famoso Teste de Cooper e a partir de então, a prática da modalidade cresceu sobre maneira. Ainda na década de 70 surgiram provas onde eram permitidas as participações de populares junto com os corredores de elite; cada grupo largando dos respectivos pelotões. A Federação Internacional das Associações de Atletismo (IAAF) define como corridas de rua as provas de pedestrianismoesportiva. Na última década, houve um aumento significativo do número de praticantes, na maioria dos países e no Brasil. As 100 maiores corridas de rua realizadas nos Estados Unidos no ano de 1996 tiveram o número significativo de 1.022.813 atletas participantes. No Brasil foi registrado um incremento do número de participantes e podemos destacar os mais de 30 mil corredores que no ano 2001 integraram as etapas do Circuito de Corridas Corpore Pão de Açúcar disputado em São Paulo. Somente a Corrida de São Silvestre na edição de 2001 teve 17.000 inscritos, limite máximo definido pela organização visando maior segurança. Para o presente trabalho destacamos os 10 km A Tribuna FM, que conta com a participação de 15000 inscritos, sendo que 1000 atletas compõem as elites A e B. A referida prova tem um acentuado apelo popular com espectadores em toda sua extensão, com largada no centro da cidade de Santos e chegada na praia do Gonzaga. O evento é dotado de boa infra-estrutura, sendo considerada a quinta prova em importância no País, com grande cobertura dos meios de comunicação e também contando com a participação de atletas estrangeiros e corredores brasileiros de renome, tanto no masculino como no feminino.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É importante para o êxito do treinamento a confiança no trabalho realizado e mentalização da prova, não permitindo que fatores externos desviem o corredor do seu objetivo principal. Muitos autores atribuem à ex-União Soviética e à ex-Alemanha Oriental, ex-países integrantes do bloco comunista, o sucesso no desenvolvimento dos conceitos de treinamento periodizado. Nesta parte do Leste Europeu, cientistas e técnicos de diferentes esportes dedicaram seus trabalhos para desenvolver o treinamento no formato de periodização, com intuito de garantir o sucesso de seus atletas em competições internacionais, como os Jogos Olímpicos. Alguns aspectos desse treinamento foram incorporados por atletas de elite em outros países a partir da década de 1960, salientando o atletismo, natação e o halterofilismo.
Devemos considerar no desenvolvimento do treinamento periodizado a importância de diferentes combinações entre as variáveis metodológicas do programa, principalmente parar permitir a especificidade do trabalho para as diferentes características de aptidão física com a finalidade de atingirmos os objetivos propostos,


BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS DA INTERNET


CORRIDAS DE RUA. Disponível em http:/ www.webrun.com.br/. Acessado em 08 de junho de 2009.

FERNANDES, J. O Treinamento desportivo: procedimentos – organização – métodos. São Paulo: EPU, 1981.

PERIODIZAÇÃO DE ATLETAS. Disponível em http://www.docstoc.com. Acessado em 10 de junho de 2009.

STEVEN, F.; SIMÃO, R. Força – Princípios Metodológicos para o Treinamento. Disponível em http://www.phorte.com. Acessado 02 de junho de 2009.


EXEMPLOS DE PLANILHAS DENTRE AS 50 DO TREINAMENTO
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Professor Sidney Santos - Graduação em Licenciatura e Bacharelado em Treinamento Desportivo - Universidade Metropolitana de Santos - Faculdade de Educação Física de Santos - UNIMES / FEFIS

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Modelo Projeto de TCC - Bacharelado em Treinamento Desportivo - Sidney Santos Professor de Educação Física e Técnico em Treinamento Desportivo

 Autores
Kaled Barros
Mauro Motta
Sidney Santos

1. TEMA
Preparação Física no Futsal.

2. DELIMITAÇÃO DO TEMA
Treinamento físico abrangendo resistência, velocidade e força na categoria principal masculina em competição de alto nível.

3. PROBLEMA
Como o treinamento físico pode contribuir pra uma melhor performance na modalidade Futsal.

4. JUSTIFICATIVA
Tivemos interesse por esse tema por ser de grande significado para a nossa formação acadêmica e também para colocar em evidência parte do trabalho do profissional de Educação Física. Para o ambiente científico esperamos contribuir com a pesquisa apresentando esse trabalho relacionado, tanto com os profissionais que se dedicam à área, como também com atletas praticantes. O grupo se interessou pela pesquisa devido à boa receptividade e o sucesso que a modalidade Futsal apresenta no Brasil.
Este assunto tem um caráter contemporâneo, e está sempre em evidência nas universidades, clubes e congressos de Educação Física.
O assunto vigente pode contribuir para um maior conhecimento e desenvolvimento do treinamento físico, trazendo perspectivas para que a modalidade possa se desenvolver ainda mais, trazendo benefícios no campo esportivo e social.
A presente pesquisa dá continuidade aos trabalhos “Fundamentos Filosóficos da Educação” no ano de 2007 e “Educação Por Meio da Modalidade Esportiva Futsal” no ano de 2008, trabalhos esses relacionados com o FUTSAL e que foram apresentados pelos mesmos autores na graduação de Educação Física - UNIMES-FEFIS.

5. OBJETIVOS
Descrever a importância da preparação física no esporte destacando o Futsal, evidenciando o trabalho de resistência, força e velocidade, visando assim uma melhor performance.

6. METODOLOGIA
Serão utilizadas referências bibliográficas e da internet e escolhidas principalmente pela disponibilidade, fácil acesso e credibilidade. Procurando construir uma base teórica satisfatória para desenvolver o Trabalho de Conclusão do Bacharelado em Educação Física, sendo que os dados coletados serão organizados segundo a sua temática. Começaremos pela introdução, seguindo com tópicos relacionados ao histórico do Futsal, descrevendo também a importância do profissional de Educação Física e desenvolvimento dos trabalhos de resistência velocidade e força visando elevar o rendimento individual do atleta e em conseqüência de toda a equipe.

7. REFERENCIAL TEÓRICO
A Preparação Física nos esportes tem se mostrado em evidência principalmente nas últimas décadas e várias modalidades esportivas com seus atletas usando o suporte científico da mencionada preparação. Muitos autores falam sobre a importância do treinamento físico e salientando o Futsal podemos mencionar José Laudier A. dos Santos Filho, Rogério Silva Melo e também Barth Sorrilha. Citaremos também João Batista Freire, Pereira e Pessoa Júnior e suas contribuições para Educação Física e Esportes.


8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES ANO DE 2009




9. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS DA INTERNET

FIGUEIREDO, V. A história do Futebol de Salão, origem, evolução e estatísticas. Fortaleza: IOCE, 1996.

FREIRE, J. B. Educação de Corpo Inteiro: teoria e prática da educação física. 4ª edição. São Paulo: Scipione, 2006.

FUTSAL BRASIL. História do Futsal. Disponível em: http://www.futsalbrasil. com.br/historia.php. Acessado em: 01 de jun. 2008.

FUTSAL TREINAMENTO DE ALTO NÍVEL. Disponível em http://www.futsaltreinamento.com. Acessado em 21/5/2009.

MELLO, R. F. Futsal 1000 Exercícios, Sprint, 2004

MUNDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA. Disponível em http://mundoeducacaofísica.com. Acessado em 23/5/2009.

PEREIRA; SOUZA JÚNIOR. Compreendendo a Barreira do Treinamento Físico. São Paulo: Phorte Editora, 2005.

SANTANA, W. C. Contextualizações Históricas do Futsal, 2004.Disponível em htttp;//www.pedagogiadodofutsal.com.br. Acessado em 10 de maio de 2009.

SANTOS FILHO, J. L. Futsal: Preparação Física. 2ª edição. Sprint, 1998.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

1º de Setembro - Dia do Professor de Educação Física

"Professor: sublime missão de transmitir conhecimento com honestidade de propósito."
Sidney Santos